08:21
Suécia lança primeiro trem 'movido a vacas'
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O combustível pode ser feito a partir dos restos mortais de animais. No caso sueco, vacas estão sendo abatidas e trituradas para dar impulso ao trem.
O material orgânico é misturado a água e plantas e, após semanas de composição, dá origem ao gás metano que alimenta os motores.
A Suécia tem apostado nos biocombustíveis para proteger o meio ambiente e, ao mesmo, escapar dos altos preços do petróleo no mercado internacional.
O trem "movido a vacas" percorreu sem problemas os 80 km que separam Linkoeping, ao sul de Estocolmo, à cidade litorânea de Vaestervik.
1 vaca = 4 km
Segundo a empresa responsável pelo projeto, a Svensk Biogas, uma vaca dá origem a combustível suficiente para transportar o trem por 4 km. Ou seja, 20 vacas serão abatidas para cada viagem do trem.
Inicialmente, o trem percorrerá este trajeto uma vez por dia, "mas nossa ambição é que, eventualmente, ele faça duas ou mais viagens", disse Peter Unden, diretor de marketing da Svensk Biogas.
Com apenas um vagão, o primeiro trem movido a biogás tem assentos para 60 passageiros. Trata-se de um antigo trem da Fiat, cujos motores a diesel foram substituídos por motores Volvo movidos a gás.
O trem está equipado com 11 reservatórios que comportam gás suficiente para percorrer 600 km sem necessidade de reabastecimento. Sua velocidade máxima é de 130 km/h.
A Suécia, país conhecido por iniciativas ambientalistas, está na vanguarda do uso do biogás como fonte de energia renovável e não poluente.
Em Linkoeping, uma frota de 65 ônibus já utiliza o biogás, assim como táxis, caminhões de lixo e muitos carros particulares.
Segundo a Svensk Biogas, vários países já mostraram interesse no projeto do trem movido a biogás, entre eles a Índia – um país em que as vacas são consideradas sagradas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/10/051025_tremvacasms.shtml
O combustível pode ser feito a partir dos restos mortais de animais. No caso sueco, vacas estão sendo abatidas e trituradas para dar impulso ao trem.
O material orgânico é misturado a água e plantas e, após semanas de composição, dá origem ao gás metano que alimenta os motores.
A Suécia tem apostado nos biocombustíveis para proteger o meio ambiente e, ao mesmo, escapar dos altos preços do petróleo no mercado internacional.
O trem "movido a vacas" percorreu sem problemas os 80 km que separam Linkoeping, ao sul de Estocolmo, à cidade litorânea de Vaestervik.
1 vaca = 4 km
Segundo a empresa responsável pelo projeto, a Svensk Biogas, uma vaca dá origem a combustível suficiente para transportar o trem por 4 km. Ou seja, 20 vacas serão abatidas para cada viagem do trem.
Inicialmente, o trem percorrerá este trajeto uma vez por dia, "mas nossa ambição é que, eventualmente, ele faça duas ou mais viagens", disse Peter Unden, diretor de marketing da Svensk Biogas.
Com apenas um vagão, o primeiro trem movido a biogás tem assentos para 60 passageiros. Trata-se de um antigo trem da Fiat, cujos motores a diesel foram substituídos por motores Volvo movidos a gás.
O trem está equipado com 11 reservatórios que comportam gás suficiente para percorrer 600 km sem necessidade de reabastecimento. Sua velocidade máxima é de 130 km/h.
A Suécia, país conhecido por iniciativas ambientalistas, está na vanguarda do uso do biogás como fonte de energia renovável e não poluente.
Em Linkoeping, uma frota de 65 ônibus já utiliza o biogás, assim como táxis, caminhões de lixo e muitos carros particulares.
Segundo a Svensk Biogas, vários países já mostraram interesse no projeto do trem movido a biogás, entre eles a Índia – um país em que as vacas são consideradas sagradas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia
08:20
Japão teme falta de banheiros em caso de terremoto
Um relatório do governo japonês afirma que um dos principais riscos, no caso de um terremoto de grande magnitude em Tóquio, seria a falta de banheiros para os sobreviventes.
O documento afirma que os sobreviventes teriam que esperar até quatro horas e meia na fila para usar os banheiros que continuassem funcionando no centro da cidade, e pede que sejam tomadas medidas preventivas.
No cenário examinado pelo relatório do Departamento de Prevenção a Desastres, do governo, a baía de Tóquio seria atingida por um terremoto de 7,3 graus na escala Richter.
Especialistas acreditam que até 11 mil pessoas poderiam morrer, e milhões ficariam desabrigadas.
Mas avaliando a experiência em Kobe, atingida por um forte tremor em 1995, o painel de especialistas afirma que um dos principais perigos seria o corte do suprimento de água na cidade, que inutilizaria muitos banheiros.
O alerta foi manchete nos jornais japoneses nesta semana. Um deles chegou a publicar: “820 mil refugiados de banheiro”.
O relatório prevê uma Tóquio arrasada por um terremoto com menos da metade do número de banheiros necessários para os sobreviventes, aumentando o risco de doenças.
O painel responsável pelo documento pede a empresários que mantenham um estoque de banheiros temporários, e sugere que os moradores podem adotar medidas simples para se proteger do risco.
“Mesmo que você só tenha um saco plástico e um pacote de lenços de papel, isso já fará uma enorme diferença”, teria dito o líder do painel de especialistas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081101_japaoalertabanheiros_ba.shtml
O documento afirma que os sobreviventes teriam que esperar até quatro horas e meia na fila para usar os banheiros que continuassem funcionando no centro da cidade, e pede que sejam tomadas medidas preventivas.
No cenário examinado pelo relatório do Departamento de Prevenção a Desastres, do governo, a baía de Tóquio seria atingida por um terremoto de 7,3 graus na escala Richter.
Especialistas acreditam que até 11 mil pessoas poderiam morrer, e milhões ficariam desabrigadas.
Mas avaliando a experiência em Kobe, atingida por um forte tremor em 1995, o painel de especialistas afirma que um dos principais perigos seria o corte do suprimento de água na cidade, que inutilizaria muitos banheiros.
O alerta foi manchete nos jornais japoneses nesta semana. Um deles chegou a publicar: “820 mil refugiados de banheiro”.
O relatório prevê uma Tóquio arrasada por um terremoto com menos da metade do número de banheiros necessários para os sobreviventes, aumentando o risco de doenças.
O painel responsável pelo documento pede a empresários que mantenham um estoque de banheiros temporários, e sugere que os moradores podem adotar medidas simples para se proteger do risco.
“Mesmo que você só tenha um saco plástico e um pacote de lenços de papel, isso já fará uma enorme diferença”, teria dito o líder do painel de especialistas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporte
08:19
Jovem cria painéis solares com esmalte e acetona
Uma jovem cientista australiana criou células fotovoltáicas - usadas para transformar energia solar em energia elétrica - a partir de produtos parecidos com esmalte e acetona, uma impressora e um forno de pizza, baixando o preço da tecnologia.
Os painéis solares criados por Nicole Kuepper, de 23 anos, são bem mais simples e mais baratos dos que os tradicionais por não usar tecnologia de ponta, mas mantêm a mesma qualidade.
Kuepper, que é estudante da Universidade de Nova Gales do Sul e já patenteou o processo, conta que descobriu a fórmula "quase sem querer".
"Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No final deu certo sem ele", disse ela.
Processo
No processo, Kuepper pulveriza químicos parecidos com esmalte em células de silício e depois passa essas células finas por uma impressora comum que, em vez de tinta, usa acetona para moldá-las no formato certo.
Depois, o material é "assado" em um forno similar ao de pizza, numa temperatura mais baixa do que a do processo normal.
Segundo a estudante, o método cria painéis solares mais baratos e tão eficientes quanto os tradicionais.
Os gastos com o processo são reduzidos por causa da simplicidade dos materiais usados e da tecnologia, além da temperatura mais baixa.
No método convencional, a temperatura utilizada na criação de painéis solares chega a até 800 graus Celsius. Com a nova técnica, a temperatura cai para 300 graus Celsius.
Além disso, o wafer de silício usado para fazer o painel solar tem a espessura de 50 micrômetros, bem mais fino se comparado com o padrão de 250 micrômetros.
Com a invenção, batizada de iJET, a australiana pretende levar energia barata e limpa para regiões sem acesso à eletricidade, inclusive em países em desenvolvimento, como o Brasil.
"Quero oferecer aos dois bilhões de habitantes menos favorecidos que não possuem facilidades elétricas, condições de ler à noite ou de se manterem informados sobre o mundo através do rádio usando energia do sol".
Colecionadora de títulos científicos de prestígio na Austrália, a jovem ressalta que, quando o método começar a ser comercializado, daqui a três anos, ele vai reduzir a emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.
A demanda por painéis solares está crescendo em todo o mundo, mas o material ainda custa caro.
Para tornar sua casa auto-suficiente em energia, por exemplo, o australiano Michael Mobbs gastou cerca de R$ 70 mil, mas a longo prazo, a relação de custo-benefício compensa.
Mobbs não paga mais conta de luz, além de já ter economizado tudo o que gastou em 12 anos.
"Todo ano evito que cerca de quatro toneladas de carvão sejam queimadas e que oito toneladas de gases estufa sejam emitidos na atmosfera", disse ele.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL847204-5603,00-JOVEM+CRIA+PAINEIS+SOLARES+COM+ESMALTE+E+ACETONA.html
Os painéis solares criados por Nicole Kuepper, de 23 anos, são bem mais simples e mais baratos dos que os tradicionais por não usar tecnologia de ponta, mas mantêm a mesma qualidade.
Kuepper, que é estudante da Universidade de Nova Gales do Sul e já patenteou o processo, conta que descobriu a fórmula "quase sem querer".
"Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No final deu certo sem ele", disse ela.
Processo
No processo, Kuepper pulveriza químicos parecidos com esmalte em células de silício e depois passa essas células finas por uma impressora comum que, em vez de tinta, usa acetona para moldá-las no formato certo.
Depois, o material é "assado" em um forno similar ao de pizza, numa temperatura mais baixa do que a do processo normal.
Segundo a estudante, o método cria painéis solares mais baratos e tão eficientes quanto os tradicionais.
Os gastos com o processo são reduzidos por causa da simplicidade dos materiais usados e da tecnologia, além da temperatura mais baixa.
No método convencional, a temperatura utilizada na criação de painéis solares chega a até 800 graus Celsius. Com a nova técnica, a temperatura cai para 300 graus Celsius.
Além disso, o wafer de silício usado para fazer o painel solar tem a espessura de 50 micrômetros, bem mais fino se comparado com o padrão de 250 micrômetros.
Com a invenção, batizada de iJET, a australiana pretende levar energia barata e limpa para regiões sem acesso à eletricidade, inclusive em países em desenvolvimento, como o Brasil.
"Quero oferecer aos dois bilhões de habitantes menos favorecidos que não possuem facilidades elétricas, condições de ler à noite ou de se manterem informados sobre o mundo através do rádio usando energia do sol".
Colecionadora de títulos científicos de prestígio na Austrália, a jovem ressalta que, quando o método começar a ser comercializado, daqui a três anos, ele vai reduzir a emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.
A demanda por painéis solares está crescendo em todo o mundo, mas o material ainda custa caro.
Para tornar sua casa auto-suficiente em energia, por exemplo, o australiano Michael Mobbs gastou cerca de R$ 70 mil, mas a longo prazo, a relação de custo-benefício compensa.
Mobbs não paga mais conta de luz, além de já ter economizado tudo o que gastou em 12 anos.
"Todo ano evito que cerca de quatro toneladas de carvão sejam queimadas e que oito toneladas de gases estufa sejam emitidos na atmosfera", disse ele.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,
08:19
Jacaré atacado por crianças é salvo por bombeiros
Os bombeiros de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, tiveram que salvar um jacaré estava sendo atacado a pedradas por crianças que brincavam num canal que dá acesso a Lagoa do Pérola. Assista ao vídeo com a reportagem...
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2008/11/03/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=86395/em_noticia_interna.shtml
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2